Entrevista (Edição >> fev - mar 2001)

da direita para a esquerda: Soraya, Juliana, Kelly, Rosângela e CarlaAs antropólogas Andréa de Souza Lobo, Juliana Braz Dias, Kelly Cristiane da Silva, Rosangela de Souza Biserra e Soraya Fleischer, neste bate papo com a Comunidade Virtual de Antropologia, falam de seu livro e das perspectivas profissionais do antropólogo. 

Mestrandas do Programa de Pós-Graduação em Antropologia“Em busca da experiência mundana e seus significados: Georg Simmel, Alfred Schutz e a Antropologia” Social da Universidade de Brasília, sob a coordenação da professora Carla Costa Teixeira, publicaram “Em busca da experiência mundana e seus significados: Georg Simmel, Alfred Schutz e a Antropologia” (Ed. Relume Dumará, 210 pgs, R$ 21,00).  

Confira a conversa agradável com “As meninas de Brasília”. 

>> Comunidade Virtual - Antes de tudo, vamos às apresentações...

Juliana Braz Dias graduou-se em Ciências Sociais com habilitação em Antropologia pela Universidade de Brasília em 1997, tendo neste período publicado os artigos “A Vã Tentativa de Domesticação: uma possível análise da condição feminina no Brasil Colônia” e “Por que choras?”, ambos pela revista Textos Graduados. Concluiu seu mestrado pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da mesma universidade e defendeu, em março de 2000, sua dissertação, intitulada “Entre partidas e regressos: tecendo relações familiares em Cabo Verde”. Atualmente, se mantém no mesmo programa como aluna do doutorado. 

Kelly Cristiane da Silva é doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade de Brasília. Defendeu a dissertação de mestrado intitulada “O novo nome da democracia: a retórica sobre os direitos humanos no governo Fernando Henrique Cardoso” na mesma instituição, tendo graduado-se em Ciências Sociais pela UNICAMP em 1996. É organizadora da publicação “Gênero no mundo do trabalho”, Editora Ellus/2000 e do artigo “Que venha uma nova mulher: notas sobre um ritual feminista de atendimento a mulheres vítimas de violência”, publicado na Série Antropologia do Departamento de Antropologia da UNB. 

Andréa Souza Lobo graduou-se em Ciências Sociais com habilitação em Antropologia na Universidade de Brasília, em 1998, apresentando a monografia intitulada “Parque Nacional de Brasília: uma tentativa de análise sócio-antropológica de um espaç artefactual”. Atualmente, é mestranda do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da mesma instituição. 

Rosângela de Souza Bizerra é aluna do mestrado Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade de Brasília, no qual dá continuidade a esta pesquisa, buscando compreender a ótica daqueles que participaram do PROVE/DF enquanto técnicos e agentes políticos. Graduou-se em Ciências Sociais, com habilitação em Antropologia em 1998 na UnB. 

Soraya Fleischer graduou-se em Ciências Sociais com habilitação em Antropologia na Universidade de Brasília, em 1997. Concluiu seu mestrado pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do mesmo local e defendeu sua tese intitulada “Passando a América a limpo: uma etnografia do trabalho de housecleaners brasileiras em Boston, Massachussets” em maio de 2000. Foi editora da revista Textos Graduados e da Revista Pós, ambas das Ciências Sociais da UnB. Atualmente, trabalha no Instituto Sociedade, População e Natureza, organização não governamental socioambiental em Brasília. 


>> Comunidade Virtual - Como surgiu a idéia de compartilhar a publicação de um livro?

Autoras - Em 1999, uma jovem professora e antropóloga do Departamento de Antropologia (DAN) da UNB, em um curso na Pós-Graduação, ofereceu uma disciplina que pretendia resgatar os legados metodológicos de autores considerados heterodoxos dentro da antropologia: Georg Simmel e Alfred Schutz. Na época, o DAN pretendia oferecer três tipos distintos de disciplinas: etnográficas, teóricas e analítico-metodológicas. Esta disciplina se encaixava no terceiro tipo. No primeiro dia, a professora Carla sugeriu que, dependendo do ritmo do curso, nós poderíamos, quem sabe, tentar publicar alguns dos trabalhos finais elaborados para ele, experiência já adotada no Museu Nacional, cujo resultado dera origem ao livro Desvio e Divergência, Jorge Zahar Editores/1985, organizado pelo professor Gilberto Velho. Portanto, a idéia da coletânea não surgiu das autoras, mas foi proposta pela professora Carla. O curso foi singular: a variedade de temas e a novidade dos autores faziam os alunos comparecerem em massa, aguçava nossa curiosidade e nos convidava para analisar a realidade social a nossa volta. Ao final do semestre, escrevemos nossos textos e Carla selecionou alguns. Convocou as 5 autoras para uma reunião e apresentou a idéia: publicar aquelas reflexões. Ficamos muito empolgadas e começamos uma nova etapa: revisar os textos, transformá-los para um formato de livro e buscar financiamento. Carla ajudou nas duas tarefas. Um contato quente com a Relumé-Dumará rendeu a credibilidade para o livro. A Editora entrou com metade do custo (R$6.000,00) e nós deveríamos buscar o resto. Um livreiro muito conhecido na UnB, Chiquinho, investiu R$2.000,00 na nossa idéia, assim como a FINATEC. Carla acrescentou um pouco de recursos recebidos por ela para o desenvolvimento de pesquisas no âmbito do NuAP (Núcleo de Antropologia da Política) e custeamos com nossas economias o que restava. Os trabalhos da editora e gráfica duraram alguns meses e em julho estávamos com os livros na praça da 22ª. Reunião da Associação Brasileira de Antropologia, que aconteceu na UnB. Foi um lugar privilegiado para lançarmos a obra. Depois de um mês, organizamos um lançamento mais comercial, num aconchegante restaurante da cidade. Tivemos cobertura da mídia impressa e televisiva. 


>> Comunidade Virtual - Qual o fio articulador dos trabalhos, já que eles tratam de temas tão diversos quanto a migração, a violência conjugal e questão ambiental? 

Autoras -
A diversidade da obra está no material empírico. Cada pesquisadora já vinha tratando de um tema no mestrado, que muitas vezes derivava de abordagens da graduação. O fio condutor do livro é o instrumento analítico oferecido pelos dois autores. Utilizamos estas ferramentas teóricas para pensarmos o material de pesquisa que havíamos coletado durante a graduação ou o mestrado. Algumas autoras já haviam analisado os dados com outros enfoques e aceitaram o desafio de experimentar estas novas óticas. Foi assim que lançamos mão de categorias como conflito, tragédia, ruína, sociabilidade, projeto, inter-relações, relações diádicas e triádicas, tipos sociais, etc. 


>> Comunidade Virtual - O livro surgiu de um curso: "Indivíduo e Sociedade", como vocês sintetizariam a contribuição de Schutz e Simmel para pensar este vasto tema?

Autoras -
A redescoberta de Simmel e Schutz como interlocutores privilegiados para uma reflexão antropológica revela a abertura de um novo horizonte, ainda por ser explorado. Limitar, de antemão, a contribuição destes autores a este ou aquele domínio da antropologia é, sem dúvida, minimizar as possibilidades de um diálogo que pode ser muito enriquecedor para a disciplina. Neste sentido, o enfoque, aqui privilegiado, na potencialidade metodológica das obras de Schutz e Simmel – e que foi o fio condutor do curso que deu origem ao nosso livro – não pretende esgotar a contribuição destes autores para o campo da antropologia.

O indivíduo aparece como um tema central para ambos os autores, embora abordado a partir de olhares diferenciados. Nas obras de Simmel, o indivíduo manifesta-se a partir de um enfoque nas suas interações, o que se apresenta, segundo o autor, como o objeto por excelência da sociologia. Para Simmel, a sociedade não deve ser pensada como um ente empírico, concebido a priori, e que daria origem às interações entre os indivíduos. Ao contrário, é com a emergência das interações que surge a sociedade. Guiado por essa concepção particular da disciplina sociológica, Simmel se debruça sobre a construção de um rico inventário de formas de interações e tipos de sujeitos sociais. São essas formas e tipos sociais construídos por Simmel que destacamos aqui como um instrumental analítico de grande valor para a prática antropológica.

Embora Simmel não abra mão da questão da individualidade, o autor demonstra uma preocupação especial em socializar o indivíduo. Já nas obras de Schutz, o indivíduo manifesta-se de forma bem mais rigorosa. Schutz procura conhecer o mundo segundo os sujeitos que o constituem e que nele vivem, interpretando-o, atuando de acordo com o modo como o percebem e, portanto, construindo e alterando este mundo. Para o autor, o objeto das ciências sociais é a experiência cotidiana que os indivíduos partilham. E ele vai buscar como essa experiência é construída pelos próprios sujeitos. Sua preocupação maior é com a compreensão da subjetividade dos indivíduos, sua dimensão interior, suas intenções, motivações, projetos e concepções, enfim, os processos através dos quais atribuem sentido ao mundo que os cerca e às suas relações no dia-a-dia. A interação, central no pensamento de Simmel, é resgatada nas obras de Schutz e constituída enquanto intersubjetividade. Enfocando tal dimensão, Schutz fornece para nós, antropólogos, uma série de ferramentas para o desenvolvimento da investigação em campo, instrumentalizando-nos para perceber os processos através dos quais os sujeitos constróem e transformam suas representações e identidades. 


>> Comunidade Virtual - Que semelhanças e divergências vocês apontam entre os arcabouços teóricos desses autores?

Autoras - Schutz e Simmel analisam as relações humanas cotidianas de acordo com abordagens distintas. Georg Simmel estuda as formas sociais tendo como foco sua existência exterior. O autor reconhece o indivíduo como sujeito último da vida social, mas atribui autonomia às formas sociais e as privilegia na análise que desenvolve. Apesar de indicar a possibilidade de redução das formas de interação social aos indivíduos que as constituem, Simmel não apresenta os procedimentos para efetuar tal redução, o que faz Schutz a partir de uma sociologia consolidada sobre bases fenomenológicas. Se Simmel revela as formas sociais, Schutz nos possibilita conhecê-las e refiná-las com o foco direcionado para o ponto de vista dos próprios sujeitos envolvidos, em seus mecanismos internos e expressões concretas.

Enquanto Simmel enfoca a dimensão externa do indivíduo, através de um recorte formal, trabalhando com os tipos de interação e com a construção de tipos sociais, Schutz direciona-se para a dimensão interna do indivíduo. Este autor busca a compreensão da forma como os indivíduos apreendem o mundo, isto é, os mecanismos internos e intersubjetivos que acionam para viver no cotidiano. E se a metáfora para a análise formal de Simmel é a espacialidade social, em Schutz o enfoque recai sobre o fluxo temporal nos processos intersubjetivos.


>> Comunidade Virtual - O internauta Eugênio Lacerda, de Florianópolis, faz a seguinte pergunta: "Gostaria, se fosse possível, indagar as autoras sobre a importância que atribuem ao conceito simmeliano de Socialidade para a antropologia,
do ponto de vista teórico e metodológico". 

Autoras - Eugênio, será que você não quer dizer sociabilidade ou sociação? Estes são dois conceitos usados amplamente por Simmel. Na coletânea do autor, organizado por Donald Levine, “On individuality and social forms” (The University of Chicago Press, 1971), você encontrará dois capítulos que podem lhe ajudar bastante. No capítulo “The problem of sociology”, Simmel chama de “sociação” a unidade que resulta das interações entre os indivíduos. Estas interações acontecem por objetivos específicos (religiosos, eróticos, lúdicos, violentos, etc.). O indivíduo é influenciado e influencia estas interações. O resultado destas múltiplas interações é a sociação, a unidade. A composição de cada grupo de interações cria uma sociação específica. Já no capítulo “Sociability”, Simmel explica o termo “sociabilidade”: um tipo de interação social sem qualquer porção de racionalidade. É uma forma lúdica de se relacionar com outro indivíduo. Não há objetivo, não há conteúdo, não há resultados em si mesmo. Não há uma reflexão sobre o que se fala ou vivencia. A relação está centrada nos indivíduos e nas personalidades envolvidas. A sociabilidade se baseia no prazer da conversa, da troca, da convivência: ela tem valor em si. A sociabilidade perde esta dimensão quando se transforma numa discussão séria ou numa verificação da verdade dos fatos comentados. Isto não significa que a sociabilidade é uma interação indiferente. Ela precisa ser uma interação interessante, significativa, agrupadora. 


>> Comunidade Virtual - Ultimamente há uma nova tendência se delineando no meio acadêmico de fazer do Mestrado uma etapa de menor importância, um simples passo para o Doutorado. Como vocês se posicionam a respeito?

Autoras - Nós entramos no mestrado numa época bem peculiar. As gerações imediatamente antes de nós tiveram a chance de fazer mestrados de 2 a 4 anos de duração. Tinham bolsas garantidas, faziam trabalho de campo, escreviam longas etnografias e, quase sempre, tinham a chance de publicar seus resultados. Juliana, Kelly e Soraya entraram no ano de 1998 que, se vocês bem lembram, foi o ano em que FHC e companhia cortaram muito das verbas para as pós-graduações. Assim, somente três alunos da nossa turma entraram com bolsas e o resto conseguiu bolsas ao longo do curso. Além deste “detalhe”, foi na época que entramos que as regras do mestrado começavam a mudar. Agora, as exigências eram diferentes: mestrado de dois anos, dissertações menores, estímulo a dissertações bibliográficas no lugar das pesquisas empíricas, concentração das disciplinas no mestrado, etc. Não foi fácil enfrentar isto tudo. Tiramos algumas conclusões depois desta experiência. Não concordamos com a idéia que vem sendo popularizada de que o mestrado constitui apenas uma ponte para o doutorado. Acreditamos que o mestrado tem valor em si por algumas razões. 

Em primeiro lugar, é importante pensarmos as razões que levam um jovem recém-graduado a optar pelo mestrado e não pelo mercado de trabalho. Durante nossa graduação em Ciências Sociais, somos despertados para as belezas do ramo. Lemos etnografias interessantíssimas, acompanhamos as sagas e lutas dos antropólogos, ansiamos passar pelo famoso trabalho de campo. Durante a graduação, conforme a filosofia e a didática do DAN-UNB e do Departamento de Antropologia da UNICAMP, por exemplo – nós, autoras, só conhecemos a rotina destas duas instituições – temos a chance de realizar alguns mini-trabalhos de campo que já despertam nosso apetite para certos temas e para o ofício. Mas somos sempre alertados de que, ao sairmos da graduação, não somos antropólogos, mas “apenas” cientistas sociais. A falta de empregos imediatos e a vontade de se tornar um antropólogo fazem muitos candidatos procurarem o mestrado. Além disso, desejamos, em geral, aprofundar as leituras que apenas começamos na graduação. Queremos nos especializar.

Quando entramos no mestrado, descobrimos novas realidades. Temos muitas leituras para fazer e pouco tempo para reflexão. Em seguida, a quantidade de disciplinas impossibilita que tenhamos tempo para saídas de campo e momentos de ócio produtivo (quando a teoria tem tempo de assentar e compreender a empiria, quando refletimos, no sentido mais literal possível). Somos pressionados para terminar o curso nos 24 meses exigidos pelas agências financiadoras, com o risco de comprometer o departamento. (Quando os prazos estouram, a produtividade cai, uma vez que este índice é medido pela quantidade de teses defendidas em um certo tempo.) Neste contexto, as saídas de campo só podem ser feitas nos períodos de férias do curso, comprometendo o pouco tempo que resta para descansar e compensar a ausência de nossos compromissos sociais. Toda nossa expectativa quanto ao mestrado é frustrada por estas novas regras. 
Assim, o mestrado é mais que uma simples ponte. Ele tem valor e peso na formação dos alunos. O mestrado é o momento que muitos desejam se transformar em pesquisadores, em antropólogos. Desejamos conhecer mais a fundo as teorias e metodologias e desejamos fazer um trabalho de campo sério e didático. Desejamos escrever dissertações que sejam peças relevantes socialmente, contribuições para o estado da arte e obras publicáveis e importantes para uma melhor compreensão do mundo social. Desejamos sair mais capacitados como profissionais e aptos a concorrer no mercado de trabalho. Por isso, acreditamos que o mestrado precisa continuar com seu espaço garantido e valorizado a fim de: 

a)concretizar todas as expectativas estimuladas ainda na graduação;

b)viabilizar outras opções de formação. Isto quer dizer que os programas de pós-graduação precisam considerar que muitos alunos almejam sua profissionalização com a conclusão do mestrado. Por isso, estes alunos precisam ter o direito de fazer o trabalho de campo e se tornarem antropólogos legítimos; 

c)ter a produção dos mestrandos e mestres reconhecida e legitimada. O nosso livro ilustra este ponto. A experiência e bagagem intelectual do aluno de mestrado já é relativamente sólida para que seus escritos possam circular e enriquecer as reflexões do campo. 

Definir o que mestrado significa é pensar o que queremos com a antropologia e como definimos o antropólogo. É por esta razão que acreditamos ser de suma importância discutirmos este assunto. 


>> Comunidade Virtual - Muitos internautas perguntam sobre o campo de trabalho da profissão de Antropólogo. Como vocês analisam este aspecto? 

Autoras -  Nós acreditamos que os antropólogos e cientistas sociais recém-formados desconhecem a amplitude de trabalhos que podem exercer. Isto se explica, entre outros fatores, pela falta de disciplinas sobre o campo de trabalho durante a formação do aluno. Deveria haver cursos na graduação sobre antropologia aplicada, sobre opções de trabalho, com a presença de antropólogos que trabalham em diferentes espaços e podem relatar suas experiências. O que se verifica é uma tendência a sermos preparados para conhecer apenas a academia como opção. Isto porque nossos professores precisam construir e alimentar suas linhagens...
Antropólogos podem ser úteis em bancos, hospitais, órgãos públicos, assessorias, júris, escolas, consultórios psicológicos, centros de apoio à migração, ONGs, agências de publicidade, revistas comerciais, peças de teatro e filmes, bibliotecas, ministérios públicos. Sugerimos que os alunos sejam mais audazes e criativos. Aproveitem o tempo da graduação para fazer estágios (remunerados ou não), trabalhos voluntários, consultorias. Participem de atividades variadas que acontecem no campus universitário: componham corpos editoriais de revistas e livros, trabalhem nas empresas juniores do departamento, participem de atividades em outros departamentos (peças, filmes, pesquisas, experimentos, etc.). Além disso, é sempre recomendável entrar em pesquisas de professores e pós-graduandos, revisar livros, transcrever fitas, preencher questionários, etc.

Clique aqui e leia o resumo do livro (PDF).

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